O vereador Jeorge Catatau, se reuniu na manhã desta segunda-feira (09), com Bruno Vinícius, gerente do Núcleo Regional da Embasa em Senhor do Bonfim. O encontro teve como objetivo apresentar demandas da população relacionadas ao abastecimento de água e à cobrança da taxa de esgoto no município.
Durante a reunião, o parlamentar entregou um ofício solicitando a realização de um estudo de viabilidade técnica para levar água à comunidade de Areia. Segundo Catatau, diversas famílias vivem na localidade e nunca tiveram acesso à água potável em suas residências. A comunidade está localizada a cerca de mil metros do bairro Bonfim III, o que poderia facilitar a implantação de um sistema de extensão de rede. “Essa região está a cerca de mil metros do bairro do Bonfim III, o que pode facilitar a implantação de uma extensão de rede, levando água para essas famílias”, destacou Catatau.
Outro ponto abordado pelo parlamentar diz respeito à realização de um estudo técnico na rede esgoto está sendo colocada na Rua José Coelho Sobrinho, na grande Olaria, no trecho entre o posto de combustível e a Capela de Santa Luzia. Segundo ele, a inclinação das casas prejudica diretamente o engate da rede de esgoto na parte alta da rua. “Correto seria por trás das casas, defronte escola Paulo Machado. Pedi uma análise do problema, buscar solução para não prejudicar futuramente os moradores”, afirmou Catatau.
Catatau também discutiu com o gerente da Embasa um ponto específico do contrato firmado entre a empresa e os municípios, relacionado à cobrança da taxa de esgoto. De acordo com o parlamentar, existe um item que prevê que, em loteamentos e conjuntos habitacionais que possuam sistema próprio de recolhimento de dejetos, a cobrança da taxa não ultrapasse 45% do valor da tarifa de água.
A norma estadual adota critérios diferenciados na cobrança do valor da tarifa de esgoto, sendo cobrado 45% sobre valor da conta de água, para condomínios, conjuntos habitacionais e loteamentos, enquanto, para os imóveis enquadrados nas demais situações é 80% sobre o mesmo valor. A diferença da cobrança dos percentuais na conta de água é justificada pelo fato de que os custos de operação dos sistemas condominiais e de conjuntos habitacionais diminuem. Ou seja: os moradores são responsáveis pelos ramais internos, cabendo à Embasa a manutenção da rede em geral. São serviços de coleta e manutenção de sistema diferenciados.
Segundo ele, essa situação já beneficia os moradores Conjuntos Habitacionais como Brisas e Cidade Nova I e II e Águas Claras. “Se esse detalhe não for observado e tudo for colocado na rede, todos vão pagar 80% do valor. Por isso estamos tratando dessa situação com a Embasa, o que pode beneficiar centenas de famílias que deixarão de pagar a taxa completa”, concluiu Catatau.

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